Crioterapia: você sabe o que é?!
Machucou-se? Coloque uma bolsa com gelo em cima da lesão, para desinchar e aliviar a dor. A técnica, difundida ao longo dos séculos — há registros do uso de neve para esses fins nos primeiros Jogos Olímpicos, em 776 a. C., na Grécia —, é respaldada pela medicina (utilizada pela Fisioterapia) e tem nome: crioterapia. A palavra significa terapia pelo frio e é uma maneira eficiente e barata de reduzir reações inflamatórias e espasmos musculares. Crioterapia, na verdade, é a diminuição da temperatura da área afetada, por meio do contato corporal com qualquer substância, instrumento ou ambiente com a finalidade terapêutica.
O termo é ligado a aplicações de gelo por ser o meio mais utilizado.
O banho de contraste consiste em usar materiais quentes e frios alternadamente, fazendo com que os vasos sanguíneos se dilatem e se contraiam, respectivamente. As alterações nos vasos estimulam a circulação do sangue. Essa técnica é usada, basicamente, no tratamento de inflamações. Segundo especialistas, é mais eficiente quando a inflamação se encontra em uma fase mais crônica, já que, nas primeiras 48 horas, o uso do calor pode aumentar o inchaço no local. O procedimento básico consiste em a pessoa colocar a área lesionada em água quente, de três a cinco minutos. Em seguida, passar para a água gelada, por um ou dois minutos. Costuma-se repetir a operação três vezes.
Restrições
É necessário destacar que a terapia com o uso de elementos frios não cura doenças, mas auxilia no tratamento. Entretanto, mesmo para um procedimento simples, como colocar uma bolsa de gelo no local machucado, há restrições. É contraindicado colocar gelo em cima de locais infeccionados, feridas abertas e em contraturas musculares na coluna. Tais ações podem piorar o quadro clínico da pessoa.O tratamento deve ser usado com precaução por pessoas hipertensas e com problemas circulatórios. O uso incorreto de gelo, bolsas térmicas, sprays e afins pode causar queimadura pelo contato direto com a pele. A crioterapia é totalmente contraindicada para portadores de doenças como a crioglobulinemia, em referência ao problema de saúde no qual o sangue do indivíduo contém proteínas que não se dissolvem em temperaturas baixas.Portadores do fenômeno de Raynaud precisam ter cuidado ao se submeter ao procedimento. Nesse fenômeno, as artérias de pessoas hipersensíveis ao frio se contraem, causando alteração na cor da pele nas extremidades: elas ficam pálidas ou arroxeadas (cianóticas, na linguagem médica).
Brasil é o segundo país mais estressado do mundo!
Três em cada dez brasileiros apresentam problemas de saúde devido ao estresse no trabalho
No Brasil, em 2009 as despesas aumentaram para 31,8% com a concessão do auxílio-doença. Em 2000, o auxílio-doença representava 3,2% dos gastos da previdência social; em 2004, esta despesa subiu para 7,5%. Por outro lado, o índice de absenteísmo por doença vem decrescendo nos últimos vinte anos por doenças psíquicas, incluindo alcoolismo e medo do desemprego.
Já o presenteísmo do empregado registrado significa estar sempre presente ao trabalho, mesmo doente. Estes trabalhadores não faltam, mas apresentam sintomas de doenças variadas tais como dores (de cabeça, nas costas), irritação, alergias, etc. Com isto, também há queda da produtividade e prejuízos para a empresa.Entre os sintomas mais comuns do presenteísmo estão: dores musculares
Pouco se sabe sobre o impacto dessas doenças entre os membros da família, particularmente devido as crianças, que atuam sobre os pais causando queda de produtividade dos pais trabalhadores. L.A Palmer e colaboradores epidemiologistas do governo americano tentaram quantificar o impacto dessas doenças sobre o empregado e sua produtividade. Foi realizado um estudo prospectivo, entre funcionários de três grandes empresas americanas. Empregados que vivem pelo menos com uma criança em casa (N = 2013) relataram o número de dias perdidos de trabalho e horas de presenteísmo devido a gripe. RESULTADO: Empregado com gripe trabalhando variou de 4,8% para 13,5%. Empregados com gripe com ausências no trabalho (72% vs 30%, devido a outras doenças P <0,001). Globalmente, 61,2% dos funcionários pesquisados tinham pelo menos uma criança com uma gripe em casa; estes trabalhadores faltaram mais dias de trabalho devido à doença do que os empregados sem criança com gripe. Empregados com gripe eram menos produtivos, em média, para cada dia de 4.8h que trabalharam enquanto doente, 2.5h dos quais eram com baixa produtividade. As doenças do aparelho respiratório, tipo gripais, corresponderam a 17,7% (1389 dias perdidos em 7868 dias trabalhados) de absenteísmo.
Fonte :: Vaccine. 2010 May 19
Cientista mostra pesquisas que vão transformar a vida diária em 100 anos
Mente controla objetos
Arte UOL
Cérebro cansado? O melhor remédio pode ser um pouco de exercício
Exercícios Físicos aumentam o número de mitocôndrias nas células musculares e agora, no cérebro
Diário da Saúde
Que as atividades físicas são boas para o próprio físico ninguém duvida.
Mas será que movimentar-se também ajuda as funções cerebrais?
Na verdade, já se sabe que os exercícios físicos também têm uma série de efeitos mentais positivos, tais como aliviar a depressão e melhorar a memória.
O que os cientistas não sabiam até agora era o mecanismo por trás desses efeitos mentais - como é que mexer o corpo afeta o cérebro?
Mitocôndrias
Há muito tempo os cientistas sabem que as atividades físicas aumentam o número das mitocôndrias nas células musculares.
Como a mitocôndria é responsável pela geração de energia na célula - ela é chamada de usina de força - acredita-se que este aumento numérico seja o responsável dos efeitos positivos dos exercícios físicos, como o aumento da força ou da resistência.
Agora, pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul (EUA) descobriram que o exercício físico regular também aumenta o número de mitocôndrias nas células do cérebro, uma possível explicação para os benefícios mentais das atividades físicas.
Resistência mental
Os experimentos sugerem que os exercícios físicos aumentam o número de mitocôndrias do cérebro de forma muito parecida com o que ocorre com as mitocôndrias nos músculos.
Isto tornaria o cérebro mais resistente à fadiga, com um efeito mental direto e um efeito indireto também sobre o próprio desempenho físico.
Os pesquisadores também sugerem que este aumento no número de mitocôndrias do cérebro pode ter implicações clínicas para transtornos mentais, o que tornaria os exercícios físicos um tratamento potencial para transtornos psiquiátricos, doenças genéticas e doenças neurodegenerativas.
Ou para aliviar as tensões do dia-a-dia, produzindo um efeito de aumento de resistência também mental.
Toda a atividade celular requer energia, é através da mitocôndria que esta energia necessária às atividades das células será gerada.Mas será que movimentar-se também ajuda as funções cerebrais?
Na verdade, já se sabe que os exercícios físicos também têm uma série de efeitos mentais positivos, tais como aliviar a depressão e melhorar a memória.
O que os cientistas não sabiam até agora era o mecanismo por trás desses efeitos mentais - como é que mexer o corpo afeta o cérebro?
Mitocôndrias
Há muito tempo os cientistas sabem que as atividades físicas aumentam o número das mitocôndrias nas células musculares.
Como a mitocôndria é responsável pela geração de energia na célula - ela é chamada de usina de força - acredita-se que este aumento numérico seja o responsável dos efeitos positivos dos exercícios físicos, como o aumento da força ou da resistência.
Agora, pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul (EUA) descobriram que o exercício físico regular também aumenta o número de mitocôndrias nas células do cérebro, uma possível explicação para os benefícios mentais das atividades físicas.
Resistência mental
Os experimentos sugerem que os exercícios físicos aumentam o número de mitocôndrias do cérebro de forma muito parecida com o que ocorre com as mitocôndrias nos músculos.
Isto tornaria o cérebro mais resistente à fadiga, com um efeito mental direto e um efeito indireto também sobre o próprio desempenho físico.
Os pesquisadores também sugerem que este aumento no número de mitocôndrias do cérebro pode ter implicações clínicas para transtornos mentais, o que tornaria os exercícios físicos um tratamento potencial para transtornos psiquiátricos, doenças genéticas e doenças neurodegenerativas.
Ou para aliviar as tensões do dia-a-dia, produzindo um efeito de aumento de resistência também mental.
ATENÇÃO COM SUA POSTURA!
Procure evitar constantes rotações de tronco
Cuidado com tarefas domésticas
Apoie sempre sua coluna na cadeira quando estiver em frente ao computador
Levante carga de forma correta!
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