Atividade física pode diminuir os riscos de infarto!

Manter hábitos saudáveis como uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos podem diminuir os riscos de um ataque cardíaco.
Qualquer dor que a pessoa sinta do umbigo até o queixo pode ser sintoma de uma ataque cardíaco. Os infartos podem ocorrer a partir dos 30 anos de idade e geralmente estão associados a doenças crônicas como hipertensão e diabetes, ou então a hábitos prejudiciais como sedentarismo, fumo e alcoolismo.

Manter a pressão arterial e as taxas de diabetes sob controle ajudam a afastar os riscos de infarto, assim como manter hábitos saudáveis, como praticar atividades físicas com frequência, ingerir pouco sal e dar preferência a alimentos ricos em nutrientes e pobres em gordura.

Já os gases são formados no intestino por bactérias que se alimentam da sobra de alimentos e produzem a sensação de estufamento na barriga, causando dores abdominais que podem ser confundidas com o infarto.

Alguns alimentos favorecem a produção de gases, como o repolho e o feijão. Comer rápido demais, falar ou ingerir líquidos durante as refeições também podem causar esse tipo de incômodo. Os gases não oferecem maiores riscos além dos incômodos já relatados.

Vale lembrar que um médico deve ser consultado quando em casos de dor, pois ela pode ser o indício de algo grave e quanto mais rápido for feito o diagóstico menor será o risco do paciente sofrer sequelas. Somente um profissional poderá fazer um diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para o paciente. 

Ao carregar um peso...


Saiba um pouco mais sobre a Hérnia de Disco


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As dores nas costas, também denominadas lombalgias, acometem 80 a 90% da população em alguma fase de sua vida. 
    
Em geral, a lombalgia é provocada pela degeneração discal ou pela hérnia de disco motivadas por esforços em flexão ou movimentos de impacto e más atitudes posturais e alterações degenerativas e estruturais desestabilizando a coluna.
     
Ela é considerada a segunda causa de incapacidade de trabalho na vida adulta. É uma doença importante deste início do terceiro milênio. 
 
A lombalgia é uma doença importante em adultos com menos de 45 anos e é potencialmente a mais debilitante, coincidindo exatamente com a fase de máxima produtividade do indivíduo. Felizmente, cerca de 90% delas se resolvem em 2 à 4 semanas através de repouso, medicamentos e fisioterapia. Porém, os restantes 10% ou são operados ou se tornam portadores de lombalgia crônica.
 
Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, existem estruturas arredondadas e resistentes, que têm como função evitar o atrito entre as vértebras, além de absorver o peso e amortecer impactos sobre a coluna. São os discos intervertebrais, formados externamente por um anel de tecido fibroso e internamente por um núcleo pulposo, de consistência mole e úmida, bastante semelhante a um gel. 

A patologia conhecida como hérnia de disco ocorre quando a substância gelatinosa que forma o núcleo pulposo rompe o tecido do anel fibroso e extravasa. É acarretada, assim, uma deformidade anatômica e funcional nessas estruturas que medeiam as vértebras. 

O diagnóstico de hérnia de disco é muito característico: dor lombar após ou não de esforço, que não melhora de forma comum; irradiação para as pernas ou não, que piora aos esforços e em especial em atitude de flexão, dificuldade à marcha, alteração de sensibilidade para as pernas e de sua capacidade ou potência muscular, instabilidade da coluna, travamento, atitude antálgica, lateral ou inflexão, sendo que as instabilidades da coluna vertebral com ou sem sinais radiológicos ou de ressonância magnética positivo possam dar dor nas costas com características semelhantes.
 
Deve-se procurar um médico para o diagnóstico e especialmente para afastar as outras patologias da região que simulem a hérnia de disco como: tumores e suas metástases, problemas vasculares, aneurismas, reumatismos, artroses, urológicas (pedra nos rins), osteoporose, e outras mais. 
 
A coluna lombar e a cervical são os lugares com maior incidência dessa patologia; isso se deve, em grande parte, por se tratarem de regiões de maior amplitude de movimentos. A hérnia de disco, algumas vezes, pode não provocar dores. Noutras situações, entretanto, pode implicar dores leves, moderadas e até mesmo tão fortes a ponto de serem incapacitantes. 
 
O tratamento para os pacientes acometidos por hérnia de disco pode ser efetuado mediante a administração de medicamentos, o emprego da Fisioterapia e, em alguns casos, a realização de cirurgias. O Fisioterapeuta, por exemplo, pode valer-se de técnicas como a acupuntura, a eletroterapia, a crioterapia, o calor local, a massoterapia, a hidroterapia, o alongamento muscular, as trações e, também, de procedimentos como a reeducação postural global (RPG), a osteopatia, a quiropraxia e o método pilates. 
 
A prevenção da ocorrência de hérnia de disco pode ser realizada por meio de alongamentos específicos, de exercícios para a coluna, da evitação de impactos na coluna, da manutenção do peso adequado e da aquisição de bons hábitos posturais no dia-a-dia.

Oopss...


Crioterapia: você sabe o que é?!


Machucou-se? Coloque uma bolsa com gelo em cima da lesão, para desinchar e aliviar a dor. A técnica, difundida ao longo dos séculos — há registros do uso de neve para esses fins nos primeiros Jogos Olímpicos, em 776 a. C., na Grécia —, é respaldada pela medicina (utilizada pela Fisioterapia) e tem nome: crioterapia. A palavra significa terapia pelo frio e é uma maneira eficiente e barata de reduzir reações inflamatórias e espasmos musculares. Crioterapia, na verdade, é a diminuição da temperatura da área afetada, por meio do contato corporal com qualquer substância, instrumento ou ambiente com a finalidade terapêutica.

O termo é ligado a aplicações de gelo por ser o meio mais utilizado.


É um tratamento habitual entre atletas de alta performance. É comum ver jogadores de futebol fazerem banhos de imersão em água fria com gelo logo após os jogos, para evitar futuras dores musculares. Lutadores brasileiros que participam do campeonato de vale-tudo do Ultimate Fighting Championship (UFC), como Rodrigo Minotauro e Anderson Silva, utilizam a prática. No intervalo entre as lutas, também é possível ver os treinadores de ambos aplicando sacos de gelo nas áreas onde eles sofreram mais pancadas, visando o efeito analgésico. O procedimento, porém, não se restringe a atletas. É cada vez mais frequente que pessoas comuns, simplesmente adeptas de atividades físicas regulares, adotem o hábito.A crioterapia é um procedimento válido para lidar com traumas em articulações, ligamentos, músculos e tendões — porém o uso de gelo e de substâncias frias é mais eficiente nas primeiras 48h depois da lesão. Além disso a compressão deve ser leve, o contato c om a pele protegido (um pano fino, como uma faixa tipo gaze) e o membro deve estar elevado. Após esse período, acredita-se que o contraste de gelo e água quente pode ter maior eficácia. Assim, a revascularização dos tecidos é estimulada.

O banho de contraste consiste em usar materiais quentes e frios alternadamente, fazendo com que os vasos sanguíneos se dilatem e se contraiam, respectivamente. As alterações nos vasos estimulam a circulação do sangue. Essa técnica é usada, basicamente, no tratamento de inflamações. Segundo especialistas, é mais eficiente quando a inflamação se encontra em uma fase mais crônica, já que, nas primeiras 48 horas, o uso do calor pode aumentar o inchaço no local. O procedimento básico consiste em a pessoa colocar a área lesionada em água quente, de três a cinco minutos. Em seguida, passar para a água gelada, por um ou dois minutos. Costuma-se repetir a operação três vezes.

Restrições


É necessário destacar que a terapia com o uso de elementos frios não cura doenças, mas auxilia no tratamento. Entretanto, mesmo para um procedimento simples, como colocar uma bolsa de gelo no local machucado, há restrições. É contraindicado colocar gelo em cima de locais infeccionados, feridas abertas e em contraturas musculares na coluna. Tais ações podem piorar o quadro clínico da pessoa.O tratamento deve ser usado com precaução por pessoas hipertensas e com problemas circulatórios. O uso incorreto de gelo, bolsas térmicas, sprays e afins pode causar queimadura pelo contato direto com a pele. A crioterapia é totalmente contraindicada para portadores de doenças como a crioglobulinemia, em referência ao problema de saúde no qual o sangue do indivíduo contém proteínas que não se dissolvem em temperaturas baixas.Portadores do fenômeno de Raynaud precisam ter cuidado ao se submeter ao procedimento. Nesse fenômeno, as artérias de pessoas hipersensíveis ao frio se contraem, causando alteração na cor da pele nas extremidades: elas ficam pálidas ou arroxeadas (cianóticas, na linguagem médica).

Brasil é o segundo país mais estressado do mundo!

Três em cada dez brasileiros apresentam problemas de saúde devido ao estresse no trabalho



Absenteísmo é a ausência temporária do trabalho por motivo de doença. Os 15 primeiros dias são por conta da empresa. Se a doença é mais demorada o trabalhador com registro em carteira passa a usufruir depois de um exame da perícia do SUS do auxilio doença. 


No Brasil, em 2009 as despesas aumentaram para 31,8% com a concessão do auxílio-doença. Em 2000, o auxílio-doença representava 3,2% dos gastos da previdência social; em 2004, esta despesa subiu para 7,5%. Por outro lado, o índice de absenteísmo por doença vem decrescendo nos últimos vinte anos por doenças psíquicas, incluindo alcoolismo e medo do desemprego. 


Já o presenteísmo do empregado registrado significa estar sempre presente ao trabalho, mesmo doente. Estes trabalhadores não faltam, mas apresentam sintomas de doenças variadas tais como dores (de cabeça, nas costas), irritação, alergias, etc. Com isto, também há queda da produtividade e prejuízos para a empresa.Entre os sintomas mais comuns do presenteísmo estão: dores musculares, cansaço, ansiedade, angústia, irritação, depressão, insônia e distúrbios gástricos. Entretanto, o grande gerador do presenteísmo é o estresse. 


De acordo com o International Stress Management Association, os oito países mais estressados do mundo, em ordem decrescente, são: Japão (70 %), Brasil (30 %), China (24 %), Estados Unidos (20 %), Israel (18 %), Alemanha (16 %), França (14 %) e Hong Kong (12 %). No Brasil, segundo o mesmo instituto, três em cada dez brasileiros apresentam problemas de saúde devido ao estresse no trabalho. As doenças respiratórias agudas (gripes), e outras doenças respiratórias semelhantes de Inverno, afetam a saúde dos empregados e trazem encargos econômicos. 


Pouco se sabe sobre o impacto dessas doenças entre os membros da família, particularmente devido as crianças, que atuam sobre os pais causando queda de produtividade dos pais trabalhadores. L.A Palmer e colaboradores epidemiologistas do governo americano tentaram quantificar o impacto dessas doenças sobre o empregado e sua produtividade. Foi realizado um estudo prospectivo, entre funcionários de três grandes empresas americanas. Empregados que vivem pelo menos com uma criança em casa (N = 2013) relataram o número de dias perdidos de trabalho e horas de presenteísmo devido a gripe. RESULTADO: Empregado com gripe trabalhando variou de 4,8% para 13,5%. Empregados com gripe com ausências no trabalho (72% vs 30%, devido a outras doenças P <0,001). Globalmente, 61,2% dos funcionários pesquisados tinham pelo menos uma criança com uma gripe em casa; estes trabalhadores faltaram mais dias de trabalho devido à doença do que os empregados sem criança com gripe. Empregados com gripe eram menos produtivos, em média, para cada dia de 4.8h que trabalharam enquanto doente, 2.5h dos quais eram com baixa produtividade. As doenças do aparelho respiratório, tipo gripais, corresponderam a 17,7% (1389 dias perdidos em 7868 dias trabalhados) de absenteísmo.




Fonte :: Vaccine. 2010 May 19

Cientista mostra pesquisas que vão transformar a vida diária em 100 anos


Mente controla objetos



Arte UOL

FUTURO DISTANTE (DE 2030 até 2070) - Prometida para um futuro distante pelo cientista Michio Kaku, que escreveu um livro que mostra o que a ciência deve fazer para mudar a vida diária nos próximos 100 anos, o poder de movimentar um braço mecânico com a mente parece estar mais próxima com a pesquisa do brasileiro Miguel Nicolelis, da Duke University, nos EUA, divulgada nesta semana na Nature. Sua equipe desenvolveu um implante cerebral que permite a macacos examinar e "sentir" objetos na tela de um computador usando um braço virtual controlado pelo cérebro dos animais. 

Para Kaku, até o final deste século, vamos controlar os computadores diretamente com nossas mentes. Segundo ele, o fundamento para essa tecnologia já foi alicerçado, inclusive pelas pesquisas de Nicolelis, mas pode levar décadas de trabalho duro para completá-la. Esta revolução está em duas partes: primeiro, a mente deve ser capaz de controlar objetos ao seu redor. Em segundo lugar, um computador tem de decifrar os desejos de uma pessoa, a fim de realizá-los.